Estou eu cá,
Flébil a te esperar.
Murmurando palavras
Desperdiçando gestos
De amor ignorado.
Observo a diáfana janela
Escuto as surdinas no vazio altar.
Olhe para mim se puder...
Se importe com o que digo
Se quiser.
Esperar-te-ei com paciência.
Pois meus olhos dolentes,
Nebulosos e doentes
Eternamente estarão a te procurar.
Autora: Julia Niemeyer
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