E há sempre horas
Em que você se depara com o presente.
O presente nem sempre é prazeroso.
Esse de agora é bastante penoso!
E que dor no peito dá,
Saudades do tempo que não voltará.
Quero me sentir bem outra vez,
Quero bondade poder exalar...
Pode parecer loucura e invenção,
Mas todos sentem pelo cheiro,
Pelo ar, a sua emoção!
Quero exalar felicidade,
Ternura, beleza...
Quero exalar firmeza!
Quero inalar tudo do bom e do melhor,
Quero querer acordar...
Quero querer ir dormir...
Quero não saber do pior!
Me está sendo doloroso viver
E todos fecham os olhos
Para não me ver
Chorar com olhos já inchados.
Não importa quantos amigos você tenha.
2 namoradas, 6 amantes e 20 familiares!
Você pode se contentar ao fazer contas pelos ares...
Mas ninguém estará lá com você,
Independente da dor que lhe doer.
Autora: Julia Niemeyer
28/02/2009
24/02/2009
Futuro passado
De mil dores já sofri:
Perda dele e dela,
Daquele cachorro banguela...
Já sofri de dor de amor
Não correspondido.
Já sofri de coração partido...
Já sofri de dor incontrolável,
E agora me vem esta:
A dor de reconhecer que
O futuro foi fracassado...
Dessa dor para sempre sofrerei.
Uma dor que ninguém vê!
A dor de não vencer
A batalha que merecia ganhar.
E ainda vem a pior...
Quando outrem sua luta
Não reconhece, desmerece.
Todos só dizem que ela perece...
E dessa dor sozinha,
Com pouca esperança,
Coração vazio, forças eu tiro.
E para a nova luta
Me encaminho.
Com essa dor, sozinha...
Autora: Julia Niemeyer
Perda dele e dela,
Daquele cachorro banguela...
Já sofri de dor de amor
Não correspondido.
Já sofri de coração partido...
Já sofri de dor incontrolável,
E agora me vem esta:
A dor de reconhecer que
O futuro foi fracassado...
Dessa dor para sempre sofrerei.
Uma dor que ninguém vê!
A dor de não vencer
A batalha que merecia ganhar.
E ainda vem a pior...
Quando outrem sua luta
Não reconhece, desmerece.
Todos só dizem que ela perece...
E dessa dor sozinha,
Com pouca esperança,
Coração vazio, forças eu tiro.
E para a nova luta
Me encaminho.
Com essa dor, sozinha...
Autora: Julia Niemeyer
Tempestade noturna
Olha a chuva que cai!
Olha a chuva...
Olha o chão que ela molha,
Olha o pé que ela escorrega!
Olha a chuva de tristeza
Curando olhos amargurados.
Olha a dor que a condensa,
Infeliz, incurável.
Olha o rio de lençol,
Azul como o céu limpo.
Olha como tudo ensopa.
E o travesseiro não se salva...
Olha a chuva que cai
Fazendo poças pelo quarto.
Olha a nuvem que se vai...
Até nosso próximo encontro!
Autora: Julia Niemeyer
Olha a chuva...
Olha o chão que ela molha,
Olha o pé que ela escorrega!
Olha a chuva de tristeza
Curando olhos amargurados.
Olha a dor que a condensa,
Infeliz, incurável.
Olha o rio de lençol,
Azul como o céu limpo.
Olha como tudo ensopa.
E o travesseiro não se salva...
Olha a chuva que cai
Fazendo poças pelo quarto.
Olha a nuvem que se vai...
Até nosso próximo encontro!
Autora: Julia Niemeyer
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